A COP30 reuniu em Belém lideranças científicas, ambientais e políticas de todo o mundo para discutir o futuro climático do planeta. O Instituto Líbio esteve representado por sua fundadora, Raquel Machado, que acompanhou debates essenciais, participou de encontros estratégicos e buscou novas conexões para fortalecer a agenda da conservação.

Entre os diálogos importantes da viagem, Raquel esteve com Rodrigo Agostinho, presidente do IBAMA. A conversa reforçou a importância de aproximar ciência, fiscalização, políticas públicas e iniciativas de conservação para ampliar a proteção dos biomas brasileiros — especialmente aqueles mais vulneráveis às mudanças climáticas.

Pantanal: áreas úmidas que absorvem mais carbono que todas as florestas

As discussões da COP30 reforçaram o papel central das áreas úmidas na mitigação da crise climática. Embora representem apenas 6% da superfície global, elas absorvem mais carbono do que todas as florestas do planeta. No Brasil, isso coloca o Pantanal entre os ecossistemas mais relevantes — e também mais ameaçados.

Atualmente, o Pantanal desaparece três vezes mais rápido que a Amazônia, pressionado por queimadas, mudanças no regime hídrico e expansão de atividades humanas. Proteger o Pantanal é proteger um dos principais sumidouros naturais de carbono do mundo.

Arte, conservação e mobilização: Jaguar Parade COP30

A participação do Instituto Líbio na Jaguar Parade COP30 reforça o poder da arte como ferramenta de conservação. Nossa onça foi gentilmente doada pela Suzano, empresa que atua fortemente em sustentabilidade. A instalação da obra durante a COP ampliou a visibilidade da causa e aproximou novos públicos da conservação.

Parcerias e encontros que movem a proteção da biodiversidade

Como conselheira da SOS Pantanal, Raquel também acompanhou ações da organização durante a COP. O evento contou ainda com a participação especial de Ney Matogrosso, artista comprometido com a fauna silvestre, que mantém uma área de soltura no Rio de Janeiro.

Outro encontro marcante foi com Paul Watson, referência mundial no ativismo ambiental e defensor da ética e da regeneração dos oceanos e florestas.

Por que estar na COP30 importa

Estar presente na COP30 significa compreender de perto as urgências, as soluções em construção e as oportunidades de atuação conjunta. É no encontro entre ciência, políticas públicas, fiscalização e sociedade civil que surgem caminhos reais para proteger a natureza.

O Instituto Líbio segue comprometido em ampliar seu impacto na Amazônia, no Pantanal e em todos os biomas onde atua, promovendo conservação baseada em ciência, cooperação e visão de futuro.

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